segunda-feira, 21 de março de 2011

Segunda proposta de trabalho



A segunda proposta de trabalho consistia na escolha e posterior análise de um cartaz publicitário tendo em conta os elementos e técnicas da comunicação visual, abordados nas aulas já leccionadas.
Neste cartaz, do iPod da Apple, vemos, num fundo cor-de-rosa, a sombra de uma mulher a desfrutar da música que ouve no seu iPod que aparece delineado a branco. Ou seja, não é uma fotografia de uma mulher a ouvir música através de um iPod mas a forma como os objectos estão representados na imagem permitem identificar cada elemento do cartaz com total exactidão.
O contraste entre o cor-de-rosa e o preto, e depois entre o preto e o branco, tornam a imagem apelativa transmitindo também uma ideia de equilíbrio e mesmo de simplicidade.
Pela maneira como a sombra, ou o vulto, da mulher está representado, facilmente temos uma percepção de movimento, ainda que suave, principalmente se prestarmos atenção ao seu braço direito, à orientação da cabeça/pescoço, e mesmo ao ligeiro flectir do tronco.
A forma e as linhas que identificam o iPod e a sua cor dão ênfase ao aparelho.
Podemos, também, identificar através das formas circulares, as pulseiras que esta figura feminina enverga, aliás, a maneira como estas estão dispostas (de forma irregular) comprovam também a ideia de movimento. E, ainda, os dois brincos que usa.
Prestando mais atenção à cabeça, facilmente vimos a fita do cabelo representada por pequenas linhas que formam um padrão e, logo ao lado, detecta-se inequivocamente a textura e forma irregular do cabelo.

Primeira proposta de trabalho

Como primeira proposta de trabalho para a disciplina de Design e Comunicação Visual, foi sugerido a escolha de uma música e a posterior criação de uma capa e CD totalmente inspirados na interpretação pessoal da letra da música escolhida.
A música seleccionada foi a “Wonderwall” dos Oasis. A partir da letra, teríamos que seleccionar expressões ou palavras-chave que foram: roads, lights, way, wonderwall, blinding, fire e “And all the lights that light the way are blinding”.
Ao contrário da maioria, e excepcionalmente, este trabalho foi feito manualmente. O desenho, que mais à frente explicarei, foi concebido num quadrado de papel de 12,1cm (conforme o pedido). Esse papel foi depois parte integrante de um compartimento de madeira com uma base quadrangular e “tampa” circular com 11,5cm de diâmetro:





Já o desenho em si começou por ter como inspiração esta imagem:

A partir daqui começamos a fazer o desenho que teve como primeiro esboço esta imagem:

Que evoluiu para esta representação:



No desenho, vemos duas linhas formarem um caminho que, juntamente com as árvores despidas, se prolongam até se confundirem com o horizonte, onde se encontra um círculo que representa o planeta Terra e é o único elemento com cor em todo o desenho (wonderwall).
Ainda no caminho, vemos também prolongarem-se pequenas formas rectangulares brancas que tornam mais real o conceito de estrada (road, way).
No primeiro plano vemos, bem demarcado e destacado a branco (fire), um vulto que se vê sozinho em todo aquele espaço que se caracteriza triste, sombrio e escuro, por força dos tons que imperam através das árvores e da estrada.
O resto do desenho perde-se no branco, no vazio, no incerto.
E é nesta miscelânea de tons cores e significados que se liga o verso (que inclui algumas das palavras chave) : “And the lights that light way are bliding” – E todas as luzes que iluminam o caminho cegam-me. Cegam e tornam o caminho até à protecção, à salvação (planeta terra – wonderwall) difícil, duro e até intimador. Joga-se assim num contraste entre o peso deste cenário sombrio com o horizonte e a luz, a cor que caracteriza o fim de toda uma luta e o fim de todo um caminho árduo.
No fundo, o vulto, a figura, encontra-se na tremenda necessidade de ir de encontro a si mesmo, àquilo que ele é e que lhe pertence, tendo para isso que usar toda a sua força para derrubar e ultrapassar todo o ambiente negativo que o envolve e chegar à tranquilidade e segurança.
Concluída a parte manual,passou-se para a parte digital com a ajuda do programa Freehand.
Primeiro,o quadrado:



Depois os dois círculos,um deles com uma outra pequena forma circular no seu centro representando o CD:




domingo, 20 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

Ora,palavras para quê?


Se pudemos usar simples imagens?
Um simples símbolo,uma banal imagem,um ponto,uma linha podem dizer tanta coisa e de forma instantânea.

Bem,mas longe de mim querer desvalorizar as palavras,apenas lembrar que,por vezes,é muito complicado expressar aquilo que sentimos por palavras e recorremos à imagem.

Never mind that!

Primeiro Ponto

Take Me Out porque nada como a arte,a imaginação ou a inspiração para sairmos daqui para...longe,para um qualquer outro sitio utópico presente no nosso imaginário.